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<title>SAPO Vídeos RSS: YZWGVIm6dbHNMnor7SdZ</title>
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<title>&quot;Só no dicionário é que sorte vem à frente de trabalho&quot;</title>
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&lt;h3&gt;Autor: portugaltemvigor&lt;/h3&gt;
&lt;h4&gt;&amp;quot;Só no dicionário é que sorte vem à frente de trabalho&amp;quot;&lt;/h4&gt;
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 &lt;/a&gt;
&lt;p&gt;
Visite os vídeos de &lt;a href="http://videos.sapo.pt/portugaltemvigor"&gt;portugaltemvigor&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;
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<sapo:synopse>Aos 32 anos, José Avillez é um dos mais reputados chefs portugueses. Não gosta de se queixar, trabalha muitas horas (17 horas por dia, 6 dias por semana) e aconselha os mais novos a não se deixarem enganar pela fama do mundo da cozinha. Passou pelo restaurante Tavares em Lisboa e dedica-se agora ao &quot;seus&quot; Cantinho do Avillez e Belcanto enquanto gere um pequeno império de consultoria e catering. Muita coisa? O chef confessa-se: é viciado em trabalho.</sapo:synopse>
<sapo:author>portugaltemvigor</sapo:author>
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<pubDate>Wed, 04 Apr 2012 12:30:06 +0100</pubDate>
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<creationdate>2012-04-07 12:21:26</creationdate>
<username>chefmmm</username>
<website>http://videos.sapo.pt/chefmmm</website>
<text>A área profissional onde se encontram mais irresponsáveis, é na restauração.
Ninguem sonha com as dificuldades e frustrações que um chefe passa, a gerir os rebanhos da cozinha e da sala. É gritante...
Os que fazem horário repartido quando chegam para os jantares, mais de metade vêem já bêbados... os outros vêem cansados ou apáticos.
Só acordam se o Benfica ganha ou o patrão aparece de surpresa.
A comida a arrefecer na saída e eles preocupados com a última arbitragem.
O cliente a pedir carne e eles a pedirem peixe á cozinha.
Os restos das garrafas são disputados com mais mestria que o Ronaldo.
Comem (e estragam) mais numa refeição aqui, no local de trabalho, do que numa semana lá em casa. 
Pelo menos um terço do barril de cerveja foi &quot;vendido&quot; á casa !!!
Quando são admitidos dizem que falam Inglês e Espanhol, mas na prática, se não fosse a &quot;linguagem gestual&quot; do cliente turista, isto parecia um circo...
Chefes que privam com gamelas nunca terão autoridade, e o que se vê, é que ninguém respeita (nem leva a sério) o chefe.
Na cozinha é melhor não falar, pois brasileiras, negras, brancas das barracas... e outros &quot;profissionais exóticos&quot; só sabem lavar (e partir) louça e conversar, conversar, conversar... Tanto lixo irresponsável, que destroem os postos de trabalho dos que querem sobreviver.
Luto todos os dias, a todas as horas, para que no meu local de trabalho nunca faltem clientes com vontade de voltar.
São o sustento dos meus filhos...
PAÍS POBRE É O QUE TEM MUITOS ANALFABETOS</text>
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<creationdate>2012-04-06 12:07:09</creationdate>
<username>chefmmm</username>
<website>http://videos.sapo.pt/chefmmm</website>
<text>Tudo o que ele diz é verdade... é mais do que verdade... trabalho nesta área há uma vida, mais de 20 anos em dois super restaurantes, que toda a gente com dinheiro e paixão pela gastronomia de qualidade e criatividade, conhece, e já passou por lá... trabalho que nem um animal de carga, mais de 12 horas por dia... sempre de pé, com 6 horas &quot;spidadas&quot; por centena e meia de refeições diárias, fora as do pessoal. Funcionário pobres de espírito (pelo menos 60%), gamelas incultos, ajudantes de fogão e grelha analfabetos, incompetentes quase todos a todos os níveis, alarves e mal educados quando confrontados com a realidade profissional, FALTOSOS e oportunistas na &quot;defesa dos seus direitos&quot;... malabaristas e gulosos no jogo das gratificações, pouco empenhados numa colaboração táctica a diversos níveis com a cozinha. POUCO COMERCIAIS e sem a noção, de que um restaurante a sério, é uma máquina que só sobrevive se estiver muito bem oleada por uma componente humana com visão do amanhã !
Despinhar é obrigatório aqui, e nem os chefes de sala o fazem bem feito.
Como chefe, chego ao fim do dia de rastos... só sou feliz porque passam-se meses que não há uma reclamação á cozinha... e muitas vezes o cliente quer dar uma palavra bonita e de incentivo á cozinha.
... e sabem quem menos gosta de trabalhar? os jovens analfabetos ! Aqui não há empregos, não, aqui há trabalho, e que quiser e souber se entregar ao trabalho e vestir a camisola, ganha mais do que muitos clientes que se sentam nas mesas.</text>
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<creationdate>2012-04-06 12:01:51</creationdate>
<username>chefmmm</username>
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<text>Tudo o que ele diz é verdade... é mais do que verdade... trabalho nesta área há uma vida, mais de 20 anos em dois super restaurantes, que toda a gente com dinheiro e paixão pela gastronomia de qualidade e criatividade, conhece, e já passou por lá... trabalho que nem um animal de carga, mais de 12 horas por dia... sempre de pé, com 6 horas &quot;spidadas&quot; por centena e meia de refeições diárias, fora as do pessoal. Funcionário pobres de espírito (pelo menos 60%), gamelas incultos, ajudantes de fogão e grelha analfabetos, incompetentes quase todos a todos os níveis, alarves e mal educados quando confrontados com a realidade profissional, FALTOSOS e oportunistas na &quot;defesa dos seus direitos&quot;... malabaristas e gulosos no jogo das gratificações, pouco empenhados numa colaboração táctica a diversos níveis com a cozinha. POUCO COMERCIAIS e sem a noção, de que um restaurante a sério, é uma máquina que só sobrevive se estiver muito bem oleada por uma componente humana com visão do amanhã !
Despinhar é obrigatório aqui, e nem os chefes de sala o fazem bem feito.
Como chefe, chego ao fim do dia de rastos... só sou feliz porque passam-se meses que não há uma reclamação á cozinha... e muitas vezes o cliente quer dar uma palavra bonita e de incentivo á cozinha.
... e sabem quem menos gosta de trabalhar? os jovens analfabetos ! Aqui não há empregos, não, aqui há trabalho, e que quiser e souber se entregar ao trabalho e vestir a camisola, ganha mais do que muitos clientes que se sentam nas mesas.</text>
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<creationdate>2012-04-06 11:28:06</creationdate>
<username>jmapp</username>
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<text>Bom dia.

Sinceramente não tenho vontade de abrir hostilidades com ninguém, mas gostaria, que os Mourinhos de todas as actividades profissionais e lúdicas moderassem os termos com que na generalidade conotam os portugueses, quanto ao seu empenho.
Subitamente, uma certa casta de &quot;bem sucedidos&quot;, fazem coro com aquele desgraçado que o povo elegeu como chefe do governo, e chamam lamechas e piegas a quem efectivamente paga a crise que não gerou nem beneficiou.
Estou desempregado aos 57 anos. Num núcleo familiar fragilizado pela doença do qual era a única fonte de rendimento. Sem qualquer auxílio social e/ou governamental. 
Em vias de perder tudo o que numa vida consegui juntar.
Engenheiro de profissão, aos 35 anos também pensava que era indestrutível, no topo de um pedestal profissional invejável no que respeita ao reconhecimento pelos pares. Chefe de Máquinas de um enorme petroleiro que atravessava o mundo, enfrentado mares e marés...

Hoje não tenho o que pôr na mesa, e olho com tristeza a fome nos olhos de quem depende de mim.
Como eu há milhares a quem a vida derrotou e não foi por terem feito más opções
Pergunto:
- Ainda tem vontade de opinar sobre a vida de cada um de nós?
Não me ofereça um emprego a lavar a loiça na sua cozinha, porque eu aceito!!!
Com o ordenado mínimo talvez eu consiga manter o meu filho (epiléptico) na escola e comprar-lhe o medicamento de que ele necessita para não estrebuchar no chão.</text>
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<creationdate>2012-04-06 11:05:22</creationdate>
<username>ruindade</username>
<website>http://videos.sapo.pt/ruindade</website>
<text>Acho graça a estes meninos bem nascidos. Calhando foi por mor de trabalhar muito que estagiou no El Buli. Não digo que não tenha trabalhado muito mas, cá na minha, chamasse-se ele Zé das Couves, e não Avillez com dois Ls, e estava mas era numa churrasqueira de Moscavide.</text>
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